A Toyota vai construir um centro de pesquisa em Sorocaba (SP) para desenvolver tecnologias que usam biocombustíveis em carros híbridos.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 123,6 milhões para a Toyota do Brasil construir um centro de pesquisa em biocombustíveis em Sorocaba, no interior de São Paulo. A operação foi anunciada nesta quarta-feira (19) e faz parte do programa BNDES Mais Inovação, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com o objetivo de apoiar centros de pesquisa e desenvolvimento.
A nova unidade vai ajudar a Toyota a fazer no Brasil pesquisas, calibrações, validações e testes de tecnologias para carros híbridos que usam etanol, além de desenvolver soluções embarcadas. O projeto vai aproveitar a engenharia brasileira e a capacidade técnica do país para criar tecnologias de baixa emissão de carbono.
- O valor aprovado é de R$ 123,6 milhões.
- O centro será em Sorocaba (SP).
- O objetivo é desenvolver tecnologias para carros híbridos flex, que usam etanol.
- A Toyota já lançou em 2019 o Corolla Híbrido Flex, considerado o primeiro do mundo.
- O projeto faz parte do programa BNDES Mais Inovação.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, disse que o projeto une a introdução de tecnologias de baixo carbono no setor automotivo com o desenvolvimento da cadeia de fornecedores locais, comprando insumos nacionais.
A implantação do centro inclui a compra de equipamentos, construção de laboratório e uma nova pista de testes para pesquisa, desenvolvimento e inovação. As instalações vão servir para simulações e análises de eficiência energética, emissões e tecnologias para motores híbridos flex.
Para a Toyota, o investimento está alinhado à estratégia de várias soluções tecnológicas. No Brasil, a combinação de eletrificação e etanol é vista como um dos principais caminhos para acelerar a redução de emissões. A montadora lançou em 2019 o Corolla Híbrido Flex, o primeiro híbrido flex do mundo.
A Toyota do Brasil afirma que o financiamento vai acelerar o investimento em infraestrutura, conhecimento e formação técnica, com foco no desenvolvimento local de soluções para mobilidade de baixo carbono.


Imagem criada por inteligência artificial


