10 de setembro de 2026

pt-br

Lula lidera ranking de rejeição em pesquisa e Flávio Bolsonaro aparece atrás

Política Eleições 10/09/2026 15:41 Jovem Pan jovempan.com.br

Pesquisa Atlas/Bloomberg aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem a maior taxa de rejeição entre os nomes testados, seguida de perto pelo senador Flávio Bolsonaro, em cenário que afeta as eleições de 2026.

A mais recente pesquisa eleitoral conjunta da Atlas e da Bloomberg, realizada em setembro de 2026, identificou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o político com maior nível de rejeição entre os entrevistados. Segundo os dados, 52,5% dos ouvidos responderam que não votariam de jeito nenhum na chapa do petista. Esse percentual coloca o mandatário em posição desfavorável neste momento da disputa pelos cargos majoritários.

Caindo em segundo lugar no ranking de impopularidade, está o senador Flávio Bolsonaro, com 49,6% de reprovação. A diferença numérica entre o presidente e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é de apenas 2,9 pontos percentuais. No entanto, como a margem de erro informada pelo levantamento é de um ponto percentual para cada resultado, as faixas de confiança dos dois nomes não se sobrepõem, o que indica que Lula está estatisticamente à frente em termos de rejeição.

Para facilitar o entendimento dessa disputa acirrada, veja os principais pontos extraídos do levantamento e o contexto das lideranças políticas brasileiras:

  • Lula lidera a rejeição com 52,5%, seguido por Flávio Bolsonaro (49,6%);
  • A diferença entre os dois é mínima (2,9 pontos), mas ultrapassa a margem de erro;
  • Jair Bolsonaro aparece em terceiro, com 37,7% dos entrevistados rejeitando seu nome;
  • O estudo ouviu 5.000 pessoas entre 4 e 9 de setembro de 2026;
  • A pesquisa foi registrada no TSE sob o código BR-01452/2026;

Onde ficaram os outros candidatos avaliados

Após o grupo de Lula e Flávio, outros nomes importantes disputam a antipatia do eleitorado. O ex-presidente Jair Bolsonaro figura na terceira posição do ranking, com 37,7% de rejeição. Logo em seguida, vêm o pastor Renan Santos, do partido Missão, com 35,7%, e o apresentador e ex-secretário Pablo Marçal, do PRTB, com 35,1%. Diferente do grupo de frente, a margem de erro faz com que os percentuais desse segundo bloco se sobreponham, indicando que eles estão praticamente empatados.

Em posições de menor rejeição, estão figuras que tradicionalmente mantêm índices mais baixos, embora ainda representem uma parcela significativa do eleitorado. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, tem 31,6% dos entrevistados que rejeitam seu nome. Já o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD, aparece com 28,1%, seguido pelo líder religioso Augusto Cury, do Avante, com 25,6% de reprovação direta.

Como foi feito o levantamento da Atlas

A coleta de dados que sustenta o atual quadro de rejeição política envolveu uma amostragem robusta, típica de grandes institutos de opinião. A Atlas, em parceria com a Bloomberg, entrevistou um total de 5.000 pessoas físicas. O cronograma de captação de dados ocorreu de sexta-feira a domingo, especificamente entre os dias 4 e 9 de setembro de 2026. Esse volume de entrevistados garante precisão estatística elevada, apesar da margem de erro ser de um ponto percentual.

Para que o estudo tenha validade legal perante a Justiça Eleitoral durante o período de propaganda e coleta de dados, ele foi devidamente homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O registro específico deste levantamento está sob o número BR-01452/2026, permitindo que a sociedade e o mercado eleitoral monitorem a metodologia e a regularidade do instituto. O nível de confiança dos resultados apurados é de 95%, garantindo que, na maioria das repetições da pesquisa, os dados fiquem dentro da faixa estipulada.