Novo levantamento do PoderData/Aya indica que 49% da população desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 44% aprovam. A avaliação do trabalho presidencial também é rejeitada por 46% dos entrevistados, marcando estabilidade em relação à pesquisa anterior.
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (8) pelo instituto PoderData, em parceria com a Aya, apontou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 49% dos brasileiros. Por outro lado, a aprovação da gestão do petista está em 44%. Cerca de 7% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não dar opinião.
Em comparação com a rodada anterior de entrevistas, realizada em 3 de outubro, os índices de desaprovação e aprovação do governo permanecem exatamente os mesmos, sem alteração numérica.
- 49% dos brasileiros desaprovam o governo Lula;
- 44% aprovam a gestão do presidente;
- 46% avaliam o trabalho de Lula como "ruim" ou "péssimo";
- 37% consideram o trabalho "ótimo" ou "bom";
- A avaliação "regular" caiu 1 ponto percentual, atingindo 14%.
Avaliação do trabalho presidencial
O levantamento também mediu a percepção da população sobre a performance individual de Lula na presidência. Para 46% dos entrevistados, o trabalho do petista é considerado "ruim ou péssimo". Essa fatia representa a maioria dos que formaram uma opinião sobre a gestão.
Dados de aprovação e regularidade
Do total de entrevistados, 37% avaliam o trabalho de Lula como "ótimo ou bom". Já 14% consideram a gestão do chefe do Executivo apenas "regular". Outros 3% não souberam responder à pergunta. Esses números mostram um cenário dividido, com uma leve predominância das opiniões negativas sobre as positivas.
Método da pesquisa
Comparados com os dados da rodada anterior, os índices de percepção negativa e positiva mantiveram-se estáveis. A única variação ocorreu na avaliação "regular", que oscilou negativamente em 1 ponto percentual. De 5 a 7 de outubro, o PoderData entrevistou 3.000 pessoas por telefone. A pesquisa possui margem de erro de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08134/2026.


PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO


