Lito Souza, influenciador diagnosticado com doença de Creutzfeldt-Jakob, faz apelo por acesso a tratamento experimental para enfrentar uma condição neurológica rara e progressiva.
Em sua primeira aparição pública desde o diagnóstico, o influenciador Lito Souza, conhecido por acumular milhões de seguidores, pediu com urgência que instituições e pesquisadores avaliem seu caso para acesso a um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ).
No vídeo publicado no Instagram, ele solicita que centros de pesquisa e médicos analisem de forma rápida a possibilidade de participação em estudos experimentais, com esperança de encontrar uma opção que possa atrasar a progressão da doença.
A DCJ é uma condição neurológica rara e grave que pode progredir rapidamente. A família de Lito, representada por Mila Seidl, informou que a situação tem se agravado rapidamente, com perda de parte da visão em curto espaço de tempo.
Segundo a família, existem dois estudos promissores nos quais o brasileiro tem interesse em participar. Um deles está ligado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e o outro envolve um estudo multicêntrico com centros na França, Alemanha e Inglaterra. A segunda opção seria mais avançada, segundo Mila, que já entrou em contato com as equipes responsáveis pelas pesquisas para avaliar uma possível exceção aos critérios de participação.
Eu tenho 0% de chance, mas se eu tiver 1% de chance em qualquer lugar, eu aceito esse 1%, disse Mila no vídeo, ressaltando a importância de buscar qualquer possibilidade de tratamento para o seu esposo.
- Há uma mobilização de seguidores para tentar incluir Lito em um estudo experimental com o medicamento ION717.
- Estudos promissores envolvem Harvard e centros na França, Alemanha e Inglaterra.
- A família busca tratar a DCJ com bases de pesquisa atuais, sem um protocolo padrão de tratamento.
- O alcance de Lito pode atrair atenção para novas pesquisas e possibilidades de tratamento.
- A divulgação do caso incentiva o compartilhamento de informações entre instituições e pesquisadores.


Guilherme Bernardo



